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A Luz da Vida

Posted by xtialu em janeiro 27, 2010

“Falou-lhes pois Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem Me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.” João 8:12.
Ao falar estas palavras, estava Jesus no pátio do templo, especialmente relacionado com as cerimônias religiosas da festa dos tabernáculos. No centro desse pátio erguiam-se dois altos pilares sustentando suportes de lâmpadas, de grandes dimensões. Depois do sacrifício da tarde, acendiam-se todas as lâmpadas, que derramavam luz sobre Jerusalém.

Essa cerimônia comemorava a coluna luminosa que guiara Israel no deserto, e era também considerada como apontando para a vinda do Messias. À noitinha, quando se acendiam as lâmpadas, o pátio apresentava uma cena de grande regozijo. Homens de cabelos brancos, os sacerdotes do templo e os príncipes do povo, uniam-se em festivas danças ao som dos instrumentos e dos cantos dos levitas.
Na iluminação de Jerusalém, o povo exprimia sua esperança da vinda do Messias, para espalhar Sua luz sobre Israel. Para Jesus, porém, tinha a cena mais ampla significação. Como as irradiantes lâmpadas do templo iluminavam tudo em derredor, assim Cristo, a fonte da luz espiritual, ilumina as trevas do mundo. Todavia, o símbolo era imperfeito. Aquela grande luz que Sua própria mão pusera no céu era uma representação mais fiel da glória de Sua missão.
Era de manhã; o Sol acabava de erguer-se sobre o Monte das Oliveiras, e seus raios incidiam com ofuscante claridade no mármore dos palácios, fazendo rebrilhar o ouro das paredes do templo, quando Jesus, apontando-o, disse: “Eu sou a luz do mundo.” João 8:12.
Muito posteriormente, foram essas palavras repetidas, por alguém que as ouvira, nesta sublime passagem: “NEle estava a vida, e a vida era a luz dos homens. E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.” “Ali estava a luz verdadeira, que alumia a todo o homem que vem ao mundo.” João 1:4, 5 e 9. E muito depois de Cristo haver ascendido ao Céu, Pedro também, escrevendo sob a iluminação do Espírito divino, evocou o símbolo empregado por Cristo: “E temos mui firme a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia esclareça, e a estrela da alva apareça em vossos corações.” II Ped. 1:19.
Na manifestação de Deus a Seu povo, a luz fora sempre um símbolo de Sua presença. À ordem da palavra criadora, no princípio, a luz brilhara das trevas.
Estivera velada na coluna de nuvens de dia, e na de fogo à noite, conduzindo os vastos exércitos de Israel.
Resplandecera com terrível majestade em volta do Senhor, no Monte Sinai.
Repousava sobre o propiciatório no tabernáculo. Enchera o templo de Salomão, ao ser dedicado. Nas colinas de Belém, quando os anjos trouxeram a mensagem de redenção aos pastores de vigia, brilhara a luz.
Deus é luz; e nas palavras: “Eu sou a luz do mundo”, Cristo declarou Sua unidade com Deus e Sua relação para com toda a família humana. Fora Ele que, no princípio, fizera com que “das trevas resplandecesse a luz.” II Cor. 4:6. Ele é a luz do Sol, e da Lua, e das estrelas. Era Ele a luz espiritual que, em símbolo e tipo e profecia, brilhara sobre Israel. Mas não somente para a nação judaica fora dada essa luz. Como os raios solares penetram até aos mais afastados recantos da Terra, assim a luz do Sol da Justiça resplandece sobre toda alma.
“Ali estava a luz verdadeira, que alumia a todo o homem que vem ao mundo.” O mundo tem tido seus grandes ensinadores, homens de cérebro gigantesco e dotados de admirável capacidade de investigação, homens cujas declarações têm estimulado o pensamento e aberto à visão vastos campos de conhecimento; e esses homens têm sido honrados como guias e benfeitores de sua raça. Alguém existe, porém, que os supera a todos. “A todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus.” “Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, Esse O fez conhecer.” João 1:12 e 18. Podemos seguir os passos dos grandes homens do mundo até aonde se estende o registro da história humana; a Luz, porém, existia antes deles. Como a Lua e as estrelas de nosso sistema solar brilham pelo reflexo da luz do Sol, assim, no que há de verdadeiro em seus ensinos, refletem os grandes pensadores do mundo os raios do Sol da Justiça. Toda jóia de pensamento, todo lampejo de intelecto, provém da luz do mundo. Ouvimos muito, hoje em dia, acerca da “educação superior”. A verdadeira “educação superior” é a comunicada por Aquele “em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência”. Col. 2:3. “NEle estava a vida, e a vida era a luz dos homens.” João 1:4. “Quem Me segue não andará em trevas”, disse Jesus, “mas terá a luz da vida.”
Com as palavras “Eu sou a luz do mundo”  (João 8:12), Jesus Se declarou o Messias. O velho Simeão, no templo em que Jesus ora ensinava, falara dEle como “Luz para alumiar as nações, e para glória de Teu povo Israel.” Luc. 2:32. Por essas palavras, aplicava a Ele uma profecia familiar a todo o Israel. Por intermédio do profeta Isaías, o Espírito Santo declarara: “Pouco é que sejas o Meu servo, para restaurares as tribos de Jacó, e tornares a trazer os guardados de Israel; também Te dei para luz dos gentios, para seres a Minha salvação até à extremidade da Terra.” Isa. 49:6. Esta profecia era geralmente compreendida como se referindo ao Messias, e quando Jesus disse: “Eu sou a luz do mundo”, o povo não podia deixar de reconhecer que Ele Se declarava o Prometido.
Para os fariseus e principais, essa afirmação afigurava-se arrogante presunção. Que um homem como eles próprios tivesse essas pretensões, não podiam eles tolerar. Aparentando passar por alto Suas palavras, perguntaram: “Quem és Tu?” Intentavam forçá-Lo a declarar-Se o Cristo. Sua aparência e obra estavam em tanto desacordo com a expectativa do povo que, segundo criam Seus astutos inimigos, uma declaração positiva de Sua parte como Messias, daria lugar a que Ele fosse rejeitado como impostor.
Mas à pergunta deles: “Quem és Tu”, Jesus replicou: “Isso mesmo que já desde o princípio vos disse.” João 8:25 e 26. O que revelara em Suas palavras, manifestava-se também em Seu caráter. Ele era a personificação das verdades que ensinava. “Nada faço por Mim mesmo; mas falo como o Pai Me ensinou. E Aquele que Me enviou está comigo; o Pai não Me tem deixado só, porque Eu faço sempre o que Lhe agrada.” João 8:28 e 29. Ele não tentou provar Sua messianidade, mas mostrou Sua unidade com Deus. Se o espírito deles houvesse estado aberto ao amor divino, teriam recebido a Jesus.
Entre os ouvintes, muitos foram para Ele atraídos com fé, e a estes Jesus disse: “Se vós permanecerdes na Minha palavra, verdadeiramente sereis Meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” João 8:31 e 32.
Estas palavras ofenderam os fariseus. Passaram por alto a longa sujeição de seu povo a um jugo estrangeiro, e exclamaram, zangados: “Somos descendência de Abraão, e nunca servimos a ninguém; como dizes Tu: Sereis livres?” João 8:33. Jesus olhou a esses homens, escravos da malignidade, cujos pensamentos iam após vinganças, e respondeu com tristeza: “Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado.” João 8:34. Eles se achavam na pior espécie de servidão – governados pelo espírito do mal.
Toda alma que recusa entregar-se a Deus, acha-se sob o domínio de outro poder. Não pertence a si mesma. Pode falar de liberdade, mas está na mais vil servidão. Não lhe é permitido ver a beleza da verdade, pois sua mente se encontra sob o poder de Satanás. Enquanto se lisonjeia de seguir os ditames de seu próprio discernimento, obedece à vontade do príncipe das trevas. Cristo veio quebrar as algemas da escravidão do pecado para a alma. “Se pois o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.” “A lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus” nos liberta “da lei do pecado e da morte.” Rom. 8:2.
Não há constrangimento na obra da redenção. Não se exerce nenhuma força externa. Sob a influência do Espírito de Deus, o homem é deixado livre para escolher a quem há de servir. Na mudança que se opera quando a alma se entrega a Cristo, há o mais alto senso de liberdade. A expulsão do pecado é ato da própria alma. Na verdade, não possuímos capacidade para livrar-nos do poder de Satanás; mas quando desejamos ser libertos do pecado e, em nossa grande necessidade, clamamos por um poder fora de nós e a nós superior, as faculdades da alma são revestidas da divina energia do Espírito Santo, e obedecem aos ditames da vontade no cumprir o querer de Deus.
A única condição em que é possível o libertamento do homem, é tornar-se ele um com Cristo. “A verdade vos libertará” (João 8:32); e Cristo é a verdade. O pecado só pode triunfar, enfraquecendo a mente e destruindo a liberdade da alma. A sujeição a Deus é restauração do próprio ser – da verdadeira glória e dignidade do homem. A lei divina, à qual somos postos em sujeição, é a “lei da liberdade”. Tia. 2:12.
Os fariseus haviam declarado ser filhos de Abraão. Jesus lhes disse que essa pretensão só podia ser assegurada mediante a prática das obras de Abraão. Os verdadeiros filhos de Abraão viveram, como ele próprio vivera, uma vida de obediência a Deus.
Não buscariam matar Aquele que estava falando a verdade que Lhe fora dada por Deus. Conspirando contra Cristo, os rabis não estavam fazendo as obras de Abraão. Não tinha nenhum valor a simples descendência natural de Abraão. Sem ter com ele ligação espiritual, a qual se manifestaria em possuir o mesmo espírito, e fazer as mesmas obras, não eram seus filhos.
Este princípio se relaciona com igual peso a uma questão longamente agitada no mundo cristão – a da sucessão apostólica. A descendência de Abraão demonstrava-se não por nome e linhagem, mas pela semelhança de caráter. Assim a sucessão apostólica não se baseia na transmissão de autoridade eclesiástica, mas nas relações espirituais. Uma vida influenciada pelo espírito dos apóstolos, a crença e ensino da verdade por eles ensinada, eis a verdadeira prova da sucessão apostólica. Isto é que constitui os homens sucessores dos primeiros mestres do evangelho.
Jesus negou que os judeus fossem filhos de Abraão. Disse: “Vós fazeis as obras de vosso pai.” Em zombaria, responderam: “Nós não somos nascidos de prostituição; temos um Pai, que é Deus.” João 8:41. Estas palavras, em alusão às circunstâncias de Seu nascimento, foram atiradas como uma estocada contra Cristo, em presença dos que começavam a nEle crer. Jesus não deu ouvidos à baixa insinuação, mas disse: “Se Deus fosse o vosso Pai, certamente Me amaríeis, pois que Eu saí, e vim de Deus.” João 8:42.
As obras deles testificavam de suas relações com aquele que era mentiroso e assassino. “Vós tendes por pai ao diabo”, disse Jesus, “e quereis satisfazer os desejos de vosso pai: ele foi homicida desde o princípio, não se firmou na verdade, porque não há verdade nele.… Mas porque Eu vos digo a verdade, não Me credes.” João 8:44-46. O fato de Jesus falar a verdade, e isso com convicção, era motivo de não ser recebido pelos chefes judeus. Era a verdade que escandalizava esses homens cheios de justiça própria. A verdade expunha a falácia do erro; condenava-lhes o ensino e a prática, e era mal-recebida. Preferiam fechar os olhos à verdade a humilhar-se e confessar que tinham estado em erro. Não amavam a verdade. Não a desejavam, embora fosse a verdade.
“Quem dentre vós Me convence de pecado? E se vos digo a verdade, por que não credes?” João 8:46. Dia a dia, durante três anos, os inimigos de Cristo O haviam seguido, procurando encontrar uma mancha em Seu caráter. Satanás e toda a confederação do mal O tinham procurado vencer; mas coisa alguma nEle acharam de que se pudessem aproveitar. Os próprios demônios eram forçados a confessar: “Bem sei quem és: o Santo de Deus.” Mar. 1:24. Jesus vivia a lei aos olhos do Céu, dos mundos não caídos e dos homens pecadores. Diante dos anjos, dos homens e dos demônios, havia Ele proferido, sem ser contestado, palavras que, partidas de quaisquer outros lábios, teriam sido uma blasfêmia: “Eu faço sempre o que Lhe agrada.”
O fato de, embora não podendo encontrar pecado em Cristo, os judeus O rejeitarem, provava que eles próprios não tinham nenhuma ligação com Deus. Não reconheciam Sua voz na mensagem de Seu Filho. Pensavam estar julgando a Jesus; rejeitando-O, porém, estavam-se sentenciando a si mesmos. “Quem é de Deus”, disse Jesus, “escuta as palavras de Deus; por isso vós não escutais, porque não sois de Deus.” João 8:47.
A lição é verdadeira em todos os tempos. Muito homem que se deleita em usar de evasivas, em criticar, em buscar qualquer coisa questionável na Palavra de Deus, julga estar assim dando provas de independência de espírito e argúcia. Supõe estar julgando a Bíblia, quando, na verdade, se está julgando a si mesmo. Torna notória sua incapacidade para apreciar verdades de origem celestial, que abrangem a eternidade. Em face da grande montanha da justiça de Deus, seu espírito não se sente possuído de respeito. Ocupa-se em procurar gravetos e palhinhas, traindo assim uma natureza acanhada e terrena, um coração que está perdendo rapidamente sua capacidade de apreciar a Deus. Aquele cujo coração correspondeu ao divino toque, andará em busca daquilo que lhe aumentará o conhecimento de Deus, e há de apurar e enobrecer o caráter. Como a flor se volve para o Sol, a fim de que os brilhantes raios lhe imprimam seu matiz em belos coloridos, assim se voltará a alma para o Sol da Justiça, para que a luz celestial lhes embeleze o caráter com as graças do caráter de Cristo.
Jesus continuou, traçando um flagrante contraste entre a posição dos judeus e a de Abraão: “Abraão, vosso pai, exultou por ver o Meu dia, e viu-o, e alegrou-se.” João 8:56.
Abraão desejara grandemente ver o prometido Salvador. Fazia as mais fervorosas orações para que lhe fosse dado contemplar o Messias antes de Sua morte. E viu a Cristo. Foi-lhe concedida uma luz sobrenatural, e ele reconheceu o divino caráter de Cristo. Viu o Seu dia e alegrou-se. Foi-lhe dada uma visão do divino sacrifício pelo pecado. Desse sacrifício tinha ele uma ilustração no que se passara consigo mesmo. Fora-lhe dada a ordem: “Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas, e oferece-o… em holocausto.” Gên. 22:2. Sobre o altar do sacrifício, depôs
ele o filho da promessa, o filho em quem se concentravam suas esperanças. Então, enquanto estava ao pé do altar com o cutelo erguido para obedecer a Deus, ouviu uma voz do Céu, que dizia: “Não estendas a tua mão sobre o moço, e não lhe faças nada; porquanto agora sei que temes a Deus, e não Me negaste o teu filho, o teu único.” Gên. 22:12. Essa terrível prova foi imposta a Abraão, a fim de poder ver o dia de Cristo e compreender o grande amor de Deus para com o mundo, tão grande que, para erguê-lo da degradação, entregou Seu único Filho a tão vergonhosa morte.
Abraão aprendeu de Deus a maior lição que já foi dada a um mortal. Foi atendida sua oração para ver a Cristo antes de morrer. Contemplou-O; viu tudo quanto um mortal pode ver, e ao mesmo tempo subsistir. Fazendo uma inteira entrega, habilitou-se a compreender a visão de Cristo, que lhe fora concedida. Foi-lhe mostrado que, ao dar Seu Filho unigênito para salvar os pecadores da ruína eterna, Deus estava fazendo um sacrifício maior e mais admirável do que o homem jamais poderia fazer.
A experiência de Abraão respondia à pergunta: “Com que me apresentarei ao Senhor, e me inclinarei ante o Deus altíssimo? Virei perante Ele com holocaustos? com bezerros de um ano? Agradar-Se-á o Senhor de milhares de carneiros? de dez mil ribeiros de azeite? darei o meu primogênito pela minha transgressão? o fruto do meu ventre pelo pecado da minha alma?” Miq. 6:6 e 7. Nas palavras de Abraão: “Deus proverá para Si o cordeiro para o holocausto, meu filho” (Gên. 22:8), e na provisão feita por Deus de um sacrifício em lugar de Isaque, declarou-se que homem algum poderia fazer expiação por si mesmo. O sistema pagão de sacrifício era inteiramente inaceitável a Deus. Pai nenhum devia oferecer o filho ou a filha por oferta do pecado. Unicamente o Filho de Deus pode tomar sobre Si a culpa do mundo.
Por meio de seu próprio sofrimento, Abraão foi habilitado a contemplar a missão de sacrifício do Salvador. Mas Israel não quis compreender aquilo que lhes era tão desagradável ao coração orgulhoso. As palavras de Cristo com referência a Abraão não tiveram para Seus ouvintes nenhum significado profundo. Os fariseus não viram nelas senão novo pretexto para seus ardis. Retorquiram zombeteiramente, como se quisessem provar que Jesus era um desequilibrado: “Ainda não tens cinqüenta anos, e viste a Abraão?”
Com solene dignidade, respondeu Jesus: “Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse Eu Sou.” João 8:58.
Fez-se silêncio na vasta assembléia. O nome de Deus, dado a Moisés para exprimir a idéia da presença eterna, fora reclamado como Seu pelo Rabi da Galiléia. Declarara-Se Aquele que tem existência própria, Aquele que fora prometido a Israel, “cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade”. Miq. 5:2.
Novamente os sacerdotes e rabinos clamaram contra Jesus  como blasfemo. O afirmar Ele ser um com Deus, incitara-os antes a tirar-Lhe a vida e, poucos meses mais tarde, declararam abertamente: “Não Te apedrejamos por alguma obra boa, mas pela blasfêmia; porque, sendo Tu homem, Te fazes Deus a Ti mesmo.” João 10:33. Porque Ele era e confessava ser o Filho de Deus, intentavam matá-Lo. Então, muitos dentre o povo, pondo-se do lado dos sacerdotes e rabinos, apanharam pedras para Lhe atirarem. “Jesus ocultou-Se, e saiu do templo, passando pelo meio deles, e assim Se retirou.” João 8:59.
A Luz estava brilhando nas trevas; mas “as trevas não a compreenderam”. João 1:5.
“E, passando Jesus, viu um homem cego de nascença. E os Seus discípulos Lhe perguntaram, dizendo: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? Jesus respondeu: Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi para que se manifestasse nele as obras de Deus.… Tendo dito isto, cuspiu na terra, e com a saliva fez lodo, e untou com o lodo os olhos do cego. E disse-lhe: Vai, lava-te no tanque de Siloé (que significa o Enviado). Foi pois, e lavou-se, e voltou vendo.” João 9:1, 2, 6 e 7.
Geralmente, acreditavam os judeus que o pecado é punido nesta vida. Toda enfermidade era considerada como o castigo de qualquer mau procedimento, fosse da própria pessoa, fosse de seus pais. É verdade que todo sofrimento é resultado da transgressão da lei divina, mas esta verdade fora pervertida. Satanás, o autor do pecado e de todas as suas conseqüências, levara os homens a considerarem a doença e a morte como procedentes de Deus – como castigos arbitrariamente infligidos por causa do pecado. Daí, aquele sobre quem caíra grande aflição ou calamidade, sofria além disso o ser olhado como grande pecador.
Assim estava preparado o caminho para os judeus rejeitarem a Jesus. Aquele que “tomou sobre Si as nossas enfermidades, e as nossas dores”, era considerado pelos judeus como “aflito, ferido de Deus, e oprimido”; e dEle escondiam o rosto. Isa. 53:4 e 3.
Deus dera uma lição destinada a evitar isso. A história de Jó mostrara que o sofrimento é infligido por Satanás, mas Deus predomina sobre ele para fins misericordiosos. Mas Israel não entendera a lição. O mesmo erro pelo qual Deus reprovara os inimigos de Jó, repetiu-se nos judeus em sua rejeição de Cristo.
A crença dos judeus a respeito da relação existente entre o pecado e o sofrimento, partilhavam-na os discípulos de Cristo. Procurando corrigir-lhes o erro, não explicou a causa da aflição do homem, mas disse-lhes qual seria o resultado. Em virtude da mesma, manifestar-se-iam as obras de Deus. “Enquanto estou no mundo”, disse Ele, “sou a luz do mundo.” João 9:5. Havendo então untado os olhos do cego, mandou-o lavar-se no tanque de Siloé e foi restaurada a vista do homem. Assim respondeu Jesus, de maneira prática, a pergunta dos discípulos, como costumava fazer com as que Lhe eram dirigidas por curiosidade. Os discípulos não eram chamados a discutir o fato de quem tinha ou não tinha pecado, mas a entender o poder e a misericórdia de Deus em dar vista ao cego. Era claro que não havia poder de curar no lodo, ou no tanque em que o cego foi mandado lavar-se, mas que a virtude residia em Cristo.
Os fariseus não podiam deixar de espantar-se com a cura. Todavia, mais do que nunca, encheram-se de ódio; pois o milagre se realizara no sábado.
Os vizinhos do jovem, e os que o conheciam antes, quando cego, diziam: “Não é este aquele que estava assentado e mendigava?” João 9:8. Olhavam-no duvidosos, porque, depois que os olhos lhe foram abertos, se lhe mudara a fisionomia, e animara-se, e parecia outro homem. A pergunta corria de uns para outros. Alguns diziam: “É este”; outros: “Parece-se com ele.” Mas o que recebera a grande bênção pôs termo à questão dizendo: “Sou eu.” João 9:9. Falou-lhes então de Jesus, contando-lhes como o curara, e eles perguntaram: “Onde está Ele?” Respondeu: “Não sei.” João 9:12.
Levaram-no então perante o conselho dos fariseus. Novamente foi interrogado o homem acerca da maneira por que recebera a vista. “Pôs-me lodo sobre os olhos, lavei-me, e vejo. Então alguns dos fariseus diziam: Este homem não é de Deus; pois não guarda o sábado.” João 9:15 e 16. Os fariseus esperavam fazer Jesus parecer um pecador, não sendo assim o Messias. Não sabiam que fora Aquele que fizera o sábado e conhecia todas as obrigações para com o mesmo, quem curara o cego. Aparentavam admirável zelo pela observância do sábado e, no entanto, estavam planejando matar nesse mesmo dia. Muitos, porém, foram grandemente agitados ao ouvir esse milagre, e ficaram convencidos de que Aquele que abrira os olhos do cego não era um homem comum. Em resposta à acusação de ser Jesus um pecador por não guardar o sábado, disseram: “Como pode um homem pecador fazer tais sinais?”
Outra vez apelaram os rabinos para o cego: “Tu que dizes dAquele que te abriu os olhos? E ele respondeu: Que é profeta.” João 9:16 e 17. Os fariseus declararam então que ele não nascera cego nem recebera a vista. Chamaram seus pais e perguntaram-lhes: “É este o vosso filho que vós dizeis ter nascido cego?” João 9:17.
Ali estava o próprio homem, afirmando que nascera cego e que a vista lhe fora restaurada; mas os fariseus preferiam negar a prova de seus próprios sentidos, a admitir que se achavam em erro. Tão poderoso é o preconceito, tão tortuosa a justiça farisaica!
Restava ainda uma esperança aos fariseus – intimidar os pais do homem. Com aparente sinceridade, disseram: “Como pois vê agora?” Os pais temiam comprometer-se; pois se declarara que quem quer que reconhecesse Jesus como o Cristo, seria “expulso da sinagoga” (João 9:19 e 22); isto é, excluído da sinagoga por trinta dias. Durante esse período, nenhuma criança poderia ser circuncidada, nem morto pranteado, na casa do ofensor. A sentença era considerada grande calamidade; e, se deixasse de produzir arrependimento, seguir-se-ia uma pena muito mais rigorosa. A grande obra, em favor de seu filho, levara a convicção aos pais, todavia responderam: “Sabemos que este é nosso filho, e que nasceu cego; mas como agora vê, não sabemos; ou quem lhe tenha aberto os olhos, não sabemos; tem idade, perguntai-lho a ele mesmo; e ele falará por si mesmo.” João 9:20 e 21. Esquivaram-se assim a toda responsabilidade, passando-a ao filho; pois não ousavam confessar a Cristo.
O dilema em que se achavam os fariseus, suas perguntas e preconceitos, sua incredulidade em face dos fatos desse caso, estavam abrindo os olhos da multidão, especialmente do povo comum. Jesus operara freqüentemente Seus milagres em plena rua, e Sua obra era sempre de molde a aliviar sofrimentos. A pergunta em muitos espíritos, era: Faria Deus tão poderosas obras por meio de um impostor, como afirmavam os fariseus ser Jesus? O conflito estava-se tornando muito acalorado de parte a parte.
Os fariseus viram que estavam dando publicidade à obra realizada por Jesus. Não podiam negar o milagre. O cego estava cheio de alegria e reconhecimento; contemplava as maravilhosas obras da Natureza e deleitava-se ante a beleza da Terra e do firmamento. Contava francamente o caso, e de novo o procuraram fazer calar, dizendo: “Dá glória a Deus; nós sabemos que esse homem é pecador.” Isto é: Não tornes a dizer que este homem te deu a vista; foi Deus que o fez.
O cego respondeu: “Se é pecador, não sei; uma coisa sei, e é que, havendo eu sido cego, agora vejo.” João 9:24 e 25.
Então tornaram a interrogá-lo: “Que te fez Ele? Como te abriu os olhos?” João 9:26. Com muitas palavras o procuraram confundir, a fim de que se julgasse iludido. Satanás e seus maus anjos estavam do lado dos fariseus, e uniram suas energias e subtilezas ao raciocínio dos homens, para neutralizar a influência de Cristo. Enfraqueceram as convicções que já se aprofundavam em muitos espíritos. Anjos de Deus estavam também a campo, a fim de fortalecer o homem cuja vista fora restaurada.
Os fariseus não compreendiam que tinham de tratar com algum outro além do ignorante homem que nascera cego; não conheciam Aquele com quem se achavam em conflito. Luz divina brilhou nos recessos da alma do cego. Enquanto esses hipócritas procuravam fazê-lo descrer, Deus o ajudou a mostrar, pelo vigor e precisão das respostas, que não seria enlaçado. Respondeu: “Já vo-lo disse, e não ouvistes; para que o quereis tornar a ouvir? Quereis vós porventura fazer-vos também Seus discípulos? Então o injuriaram, e disseram: Discípulo dEle sejas tu; nós, porém, somos discípulos de Moisés. Nós bem sabemos que Deus falou a Moisés, mas Este não sabemos de onde é.” João 9:27-29.
O Senhor Jesus sabia a provação por que o homem estava passando, e deu-lhe graça e expressão de modo que se tornou uma testemunha em Seu favor. Respondeu ele aos fariseus, em palavras que constituíam incisiva censura a seus interrogadores. Pretendiam ser os expositores das Escrituras, os guias religiosos da nação; e, todavia, ali estava Alguém realizando milagres, e eles confessavam ignorar tanto a fonte do poder que Ele tinha, como Seu caráter e títulos. “Nisto pois está a maravilha”, disse o homem, “que vós não sabeis de onde Ele é, e me abrisse os olhos; ora nós sabemos que Deus não ouve a pecadores; mas, se alguém é temente a Deus, e faz a Sua vontade, a esse ouve. Desde o princípio do mundo nunca se ouviu que alguém abrisse os olhos a um cego de nascença. Se Este não fosse de Deus, nada poderia fazer.” João 9:30-33.
O homem havia enfrentado seus inquiridores com as próprias armas por eles manejadas. Seu raciocínio era irrefutável. Os fariseus estavam pasmados e calaram-se – estupefatos diante de suas precisas e decididas palavras. Por alguns momentos houve silêncio. Depois, os sacerdotes e rabinos, de sobrecenho carregado, apanharam e aconchegaram a si as vestes, como a temer contaminação do contato com ele; sacudindo o pó dos pés, atiraram-lhe as acusadoras palavras: “Tu és nascido todo em pecados, e nos ensinas a nós?” João 9:34. E excomungaram-no.
Jesus ouviu o que acontecera; e, encontrando-o pouco depois, disse: “Crês tu no Filho de Deus?” João 9:35.
Pela primeira vez contemplou o cego o rosto de seu Restaurador. Ante o conselho vira seus pais turbados e perplexos; olhara a severa fisionomia dos rabinos; agora seus olhos descansavam sobre o amorável e sereno semblante de Jesus. Com grande dificuldade, já O reconhecera como Delegado do poder divino; agora lhe foi concedida maior revelação.
Ante à pergunta do Salvador: “Crês tu no Filho de Deus?” o cego replicou, perguntando: “Quem é Ele, Senhor, para que nEle creia?” E Jesus disse: “Tu já O tens visto, e é Aquele que fala contigo.” João 9:35 e 37. O homem lançou-se aos pés do Salvador, em adoração. Não somente lhe fora restaurada a visão natural, mas haviam-lhe sido abertos os olhos do entendimento. Cristo lhe fora revelado à alma, e ele O recebeu como o Enviado de Deus.
Próximo, reunira-se um grupo de fariseus, e a vista deles trouxe à mente de Jesus o contraste sempre manifesto no efeito de Suas palavras e obras. Disse Ele: “Eu vim a este mundo para juízo, a fim de que os que não vêem vejam, e os que vêem sejam cegos.” João 9:39. Cristo veio abrir os olhos cegos, dar luz aos que se assentam nas trevas. Declarara ser a luz do mundo, e o milagre operado confirmava Sua missão. O povo que contemplou o Salvador em Seu primeiro advento, foi favorecido com mais ampla manifestação da divina presença do que o mundo nunca dantes fruíra. O conhecimento de Deus foi mais perfeitamente revelado. Mas por essa mesma revelação estavam sendo julgados os homens. Seu caráter era provado, decidido o seu destino.
A manifestação de poder divino que dera ao cego tanto a vista natural como a do espírito, deixara os fariseus em trevas ainda mais densas. Alguns de Seus ouvintes, sentindo que as palavras de Cristo se aplicavam a eles, indagaram: “Também nós somos cegos?” Jesus respondeu: “Se fôsseis cegos, não teríeis pecado; mas como agora dizeis: Vemos; por isso o vosso pecado permanece.” João 9:40 e 41. Se Deus vos tivesse tornado impossível ver a verdade, vossa ignorância não envolveria nenhuma culpa. “Mas… agora dizeis: Vemos.” Julgais-vos capazes de ver, e rejeitais os meios mediante os quais, unicamente, poderíeis receber a vista. A todos quantos compreendiam sua necessidade, Cristo viera com ilimitado auxílio. Mas os fariseus não confessavam necessidade alguma; recusavam-se a ir a Cristo, e por isso foram deixados em cegueira – uma cegueira de que eles próprios eram culpados. Jesus disse: “Vosso pecado permanece.”
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A Criação

Posted by xtialu em janeiro 27, 2010

Quando abrimos a Bíblia para ler o primeiro versículo encontramos: “No princípio criou Deus os céus e a terra” Gênesis 1:1.

O testemunho bíblico acerca da criação é grandioso. Há numerosas expressões que enaltecem o poder criador de Deus desde o Gênesis até o Apocalipse.
No livro dos Salmos lemos da excelência da criação descrita numa das mais lindas poesias bíblicas: “Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia as obras das Suas mãos. Um dia faz declaração ao outro dia, e uma noite mostra sabedoria a outra noite. Não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som; no entanto por toda a terra se faz ouvir a Sua voz, e Suas palavras até aos confins do mundo.” Salmo 19:1-4
Ao relembrarmos as coisas que Deus criou nos enchemos de admiração do Seu excelso poder. No Salmo 33:6 lemos: “Pela palavra do Senhor foram feitos os céus, e todo o exército deles pelo espírito da Sua boca.”
Quando a terra saiu das mãos do Seu criador era extraordinariamente bela. A superfície era variada, contendo montanhas, colinas, e planícies, entrecortadas por grandes rios e formosos lagos.
Graciosos arbustos e delicadas flores encantavam a vista por todos os lados. As árvores eram majestosas e o ar era puro e saudável. Muitos peixes, aves e animais davam vida ao lindo cenário.
Depois da Terra, Deus trouxe a existência o homem. A ele foi dado domínio sobre tudo que seus olhos poderiam contemplar. E o próprio Deus deu a Adão uma companheira.
Eva foi criada de uma costela tirada do lado de Adão, significando que não deveria dominar, como se fosse a cabeça, nem ser pisada sob os pés como se fosse inferior, mas estar a seu lado como igual, sendo amada e protegida por ele.
O próprio Deus celebrou o primeiro casamento. Esta foi uma das primeiras dádivas de Deus ao homem. E ainda hoje quando os princípios divinos são obedecidos e seguidos nesta relação, o casamento é uma bênção para a humanidade.
Tudo o que Deus havia feito era a perfeição da beleza e nada parecia faltar. Contudo, o Criador deu mais uma demonstração de Seu amor, preparando um jardim especialmente para o lar de Adão e Eva.
Uma famosa escritora, descreveu assim o Jardim do Éden: “Neste jardim havia árvores de toda variedade, muitas delas carregadas com lindos frutos. Havia lindas trepadeiras apresentando um graciosíssimo aspecto com seus ramos prendendo e colorindo o ambiente com variados tons. Era o trabalho de Adão e Eva moldar os ramos da trepadeira de maneira a formar caramanchéis, fazendo assim para si, com as árvores vivas, abrigos cobertos com folhagens e frutos.
Havia ainda perfumadas flores de toda cor e bem no meio do jardim a árvore da vida sobrepujando todas as demais. Seu fruto reluzia e tinha a propriedade de perpetuar a vida.” Patriarcas e Profetas, pág 30
A criação estava completa. Diz a Palavra de Deus: “Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército.” Gênesis 2:1 “Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom.” Gênesis 1:31
No entanto, Deus achou que um repouso era essencial ao homem, mesmo no Paraíso. Ele necessitava por de lado seus próprios interesses e ocupações durante um dia dentre os sete, para que pudesse de maneira mais ampla contemplar as obras de Deus e meditar em Seu poder e bondade.
Precisava de um sábado, de um descanso, para lembrar-se de Deus e manifestar-lhe gratidão por tudo quanto desfrutava e por tudo quanto recebera das mãos do Criador.
Foi assim que Deus criou o sétimo dia completando a Sua obra. Diz o texto sagrado: “E havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera.” Gênesis 2:2 e 3
Semelhantemente ao sábado e ao casamento, a semana originou-se na criação e tem sido preservada através dos séculos. O próprio Deus estabeleceu a primeira semana como modelo a ser seguido.
E esta primeira semana foi constituída de 7 dias literais, ou seja, dias de 24 horas cada. Seis dias foram usados na criação. O sétimo dia, Deus nele descansou e o abençoou separando-o como um dia especial para o homem.
Há um esforço no sentido de explicar a obra da criação como resultante de causas naturais. E também uma tentativa de fazer a Bíblia parecer oposta à Ciência.
Mas lembremo-nos: Deus é o fundamento de todas as coisas. Toda verdadeira ciência está em harmonia com Suas obras. A ciência desvenda maravillhas à nossa vista; explora novas profundidades; mas nada traz de suas comprovadas pesquisas que esteja em conflito com a revelação divina.
Pelo contrário, aqueles que tomam a Palavra escrita, como seu conselheiro, encontrarão na ciência um auxílio para compreender a Deus.
Nenhuma mente finita pode compreender completamente a existência, o poder, a sabedoria, ou as obras do Ser infinito. Todavia as obras da criação testificam do poder da grandeza de Deus.
O que nós precisamos realmente é olhar para a Palavra de Deus, e confiar na Criação.
Deus é o Criador e o que está revelado em Sua Palavra é a verdade. A Semana da Criação mostra todas as obras criadas por Deus incluindo o ser humano e também o sábado do sétimo dia, como dia de repouso.
Um dia Deus vai restaurar o Jardim do Éden, há tanto tempo perdido. E você também pode fazer parte da restauração de todas as coisas.
Basta apenas aceitar o plano de Deus em Jesus.
Você já parou para ver um por-de-sol, não é maravilhoso? Cada dia o artista pinta um quadro diferente para nós. Ele é o Criador.

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A PERGUNTA QUE DEUS NÃO PODE RESPONDER

Posted by xtialu em janeiro 27, 2010

Introdução: ERROS NA BÍBLIA



A Bíblia está CHEIA de erros:
o primeiro erro foi quando Eva duvidou da Palavra de Deus;
o segundo erro aconteceu quando seu esposo fez o mesmo;
e assim erros e mais erros ainda estão sendo cometidos…
porque as pessoas insistem em duvidar da Palavra de Deus.


A Bíblia está CHEIA de contradições:

  • Ela contradiz o orgulho e o preconceito;
  • Ela contradiz a lascívia e a desobediência;
  • Ela contradiz o meu pecado e o seu.



A Bíblia está CHEIA de falhas:

porque Ela é o relato de pessoas que falharam muitas vezes ;

· assim foi com a falha de Adão;
· com a falha de Caim;
· e a de Moisés;
· bem como a falha de Davi e a de muitos outros que também falharam.
· Mas Ela é também o relato do amor infalível de Deus.




Deus NÃO ESCREVEU a Bíblia:


· para pessoas que querem jogar com as palavras;


· para aqueles que gostam de examinar o que é bom mas sem fazê-lo;


· para o homem que não acredita porque não quer.




O homem moderno DESCARTOU os ensinamentos da Bíblia:


· pelas mesmas razões que outros homens tem descartado através da história, por grande ignorância a sua verdadeira mensagem e conteúdo;


· intransigente apatia em recusar considerar suas declarações;


· bem conhecidos pseudo-cientistas posando de críticos honestos;


· convicção secreta de que este Livro está certo e de que os homens estão errados.


a Bíblia está cheia de paradoxos e afirmações inaceitáveis;




Mas ela traz uma pergunta que nem mesmo Deus pode responder.


Você quer saber qual é?




1. Deus não quer a morte do que morre. Ezequiel 18:32.


“Porque não tenho prazer na morte de ninguém, diz o Senhor Deus; convertei-vos, pois, e vivei,”


2. Deus deu o Seu Filho. S. João 3:16.




3. O Filho deu-Se a Si mesmo por nós.




I. PERGUNTA  TERRÍVEL


1. Depois de tudo o que Cristo fez por nós, ninguém no céu nem na Terra poderia dar uma resposta satisfatória a esta pergunta encontrada em: Hebreus 2:1-3 : “… como escaparemos nós, se  negligenciarmos tão grande salvação?…”


2. A única alternativa que fica. Hebreus 10:26, 27, 31.


3. Não pode ficar impune aquele que menospreza a salvação que Deus nos oferece por meio da cruz de Cristo.


a) Há muitos que não têm interesse na salvação por meio da cruz de Cristo. Não ficarão sem castigo.


b) Há outros que com seu critério anulam a cruz de Cristo, inutilizam-na. Não ficarão sem castigo.




II. HÁ  DUAS  FORMAS  PARA  SE  TORNAR  INÚTIL  A  CRUZ  DE  CRISTO




1. Primeira: Ao procurar justificar-me pelas obras da lei.


Gálatas 2:16,21.


Se quiser ofender a alguém, procure pagar seu presente.


– Se você me presenteia um relógio que custou $ 500.000.000 dólares, e eu insisto em pagar algo e tiro uma moeda de $ 0,10, paguei algo realmente? – Não. Tudo o que consegui foi ofendê-lo.


Aquele que quer salvar os méritos de suas obras, não paga nada a Deus, mas ofende-O tornando inútil a cruz. Não ficarão sem castigo.




2. Segunda: Podemos tornar inútil a cruz de Cristo negando a vigência da lei.


ILUSTRAÇÃO: Fazer passar à frente sete crianças. Colocar um nome em cada uma é cada vez que você colocar sua mão sobre a cabeça de alguma delas, pedir ao público que repita com você o nome da criança. Os nomes são: (1) PECADO, (2) LEI, (3) GRAÇA, (4) JESUS, (5) EVANGELHO, (6) PREGADOR, (7) IGREJA.


(Praticar com o público uma ou duas vezes o nome de cada uma, que o público repita em coro cada caso. As crianças ficarão em fila olhando para o público. Ler I S. João 3:4 e então comece a aplicação.)


Segundo os ensinamentos bíblicos “pecado” (colocar a mão sobre a criança n.º 1) é transgressão ou desobediência da “Lei” (colocar a mão sobre a criança n.º 2, e o público dirá em coro “Lei” junto com você).


Quando uma pessoa desobedece a (colocar a mão sobre a cabeça do menino n.º 2) “Lei” (todos nesse momento repetem) está cometendo “pecado” (quando corresponde dizer “pecado” ponha sua mão na cabeça do menino n.º 1) e com o público dizer em coro. (E assim sucessivamente. Cada vez que aparecer os termos sublinhados coloca sua mão na cabeça da criança e todas se repetirão em coro.) Para isso foi necessária a “graça” para livrar-nos do “pecado” que é transgressão da “Lei”. Deus, por meio de Sua “graça”, deu a “Jesus” que Se entregou voluntariamente para nos livrar do “pecado”.


Evangelho: As boas novas de salvação por meio de “Jesus” que por Sua “graça” morreu para nos libertar do “pecado” que é a transgressão da “Lei”. O “pregador” deve anunciar o “evangelho” da salvação em “Jesus” que voltou Sua “graça” para livrar-nos do “pecado” que é desobediência da “Lei”. Feliz é a “Igreja” que tem um “pregador” que anuncia o “Evangelho” para que as pessoas aceitem a “Jesus” e Sua “graça” para remissão do “pecado” que é transgressão ou desobediência da “Lei”.


Bem, dissemos que aquele que despreza a lei está tornando inútil a cruz de Cristo. Faremos uma demonstração agora mesmo. Leiamos na Bíblia:


Romanos 4:15: “Porque onde não há lei também não há transgressão.”


Romanos 5:13: “…Mas o pecado não é imputado, não havendo lei”.


Agora apliquemos isto em nossa ilustração.


Suponhamos que tiramos a lei. Achamos que está demais; que não precisamos obedecê-la.


(Tiramos da plataforma o menino n.º 2 que representa a “lei”)


Se não há lei, há pecado? O que lemos?


Então, se não há pecado, tiremo-lo, está de mais (sai o menino n.º 1 “pecado”).


Se não há pecado, para que queremos a graça? Já não nos fará falta (tiremos o menino n.º 3, “graça”). Portanto, por não houver pecado, não necessito de Jesus Cristo meu Salvador (tirar o menino n.º 4 “Jesus”).


O Evangelho deixa de existir e perde o  seu valor  (tirar o menino n.º 5 “evangelho”). E o pregador está demais, não tem nada para fazer (tirar o menino n.º 7 “igreja”).


(Nesta altura a plataforma deverá estar completamente vazia. Isto produzirá seu impacto, então você diz:)


Como vemos, ao anular a santa Lei ficamos sem nada. Aquele que despreza a lei, despreza a Cristo e torna inútil a cruz de Cristo.


Não ficará sem castigo!


3. É UMA PERGUNTA QUE NINGUÉM PODE RESPONDER SATISFATORIAMENTE . Hebreus 2:3 pp.


4. Não ficará sem castigo, que terrível. Hebreus 10:31.




CONCLUSÃO:


Amigo, aceite a Jesus como Salvador pessoal e obedeça aos mandamentos segundo Ele mesmo nos ensinou. S. João 14:15.


Apelo.

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UMA LOIRA EM APUROS

Posted by xtialu em janeiro 27, 2010

UMA LOIRA EM APUROS
SATISFAÇÃO GARANTIDA

JOÃO 4. 1- 30
– Numa pequena casa da cidade de Sicar havia um pai e uma mãe ansiosos pelo nascimento de mais 1 filho. Naqueles dias, de forma especial, o nascimento de muitos filhos era encarado como a maior benção do céu e bem-aventurado os pais que recebiam muitas dádivas destas.
Porém, logo após o parto, o pai começou a chorar. Não que seu bebê fosse defeituoso, mas porque lhe nascera 1 menina. Naqueles dias ser mulher era uma desgraça. Tanto que a oração dos Fariseus era: “Ó Deus, te agradeço por não ser um gentio, um perdido e nem 1 mulher”.
A despeito de tudo isto, a garota foi crescendo, se desenvolvendo e logo se tornou o xodó dos pais. Ela era muito esperta, inteligente, meiga e educada.
– Porém, ao chegar aos 12 anos de idade, ela começou a sentir um ENORME VAZIO dentro de seu coração. Sentia-se infeliz e incompleta. Procurou analisar sua vida para identificar o que havia consigo porém nada encontrou de errado.


* Como era judia, pensou que na religião que aprendera desde a infância encontraria a satisfação que procurava. Portanto tornou uma garota super religiosa. Passou a freqüentar todos os CULTOS da sinagoga. Guardava o SÁBADO como mandavam as 33 tradições dos anciãos. ORAVA 3 vezes ao dia, DIZIMAVA tudo o que possuía até a hortelã e o cominho, dava OFERTA aos pobres, ajudava as pessoas carentes, ia às FESTAS DA PÀSCOA de sua localidade e sabia DECOR quase toda a escritura do TORÁ- a lei de Moisés.
Logo as mães de suas colegas começaram a falar dela dizendo- “Estão vendo que gracinha de menina. Assim é que vocês devem ser. Sejam amigas dela e imitem seu exemplo!”.
Porém, mesmo sendo tão religiosa, esta garota sentia-se tão infeliz como antes. Passara toda sua juventude procurando seguir o que Deus lhe pedira, porém nada satisfizera seu desejo de felicidade.
* Pensando 1 pouco mais chegou à conclusão que talvez o casamento e a formação de 1 família preencheria sua desilusão. Afinal de contas, seus pais eram tão felizes juntos, e até suas amigas que já haviam casado contavam para ela as maravilhas do casamento.
Como era muito bonita e inteligente, não foi difícil 1 rapaz se interessar por ela e pedir-lhe em casamento. Foi fascinante. O casamento foi arranjado pelos pais, e logo estava se casando e indo para sua lua de mel, com o seu GATÃO.
A lua de mel foi 1 maravilha, algo inesquecível. Os primeiros meses em casa também. Porém, depois de passada a excitação dos primeiros momentos, a monotonia trouxe de volta sua infelicidade. Sentia-se tão vazia como antes. E para piorar a situação, as dificuldades de ajustamento do casal, as brigas e desentendimentos colaboraram para 1 separação repentina.
* Desanimada da vida rebelou-se contra tudo. Pensou: “Se não encontrei prazer em servir a Deus, vou buscar minha felicidade nos prazeres do mundo. Vamos ver no que dá.” Assim passou a viver 1 vida promíscua. Ajuntava-se com 1 homem, passava com ele até que as dificuldades cresciam, e assim passava para outro. Desta forma, amaziou-se 4 vezes e com o qual vivia agora ela havia roubado de outra mulher.
Apesar de todas estas aventuras, continuava infeliz e triste. E arrastando-se pela vida desejou 1 dia encontrar sua felicidade.
aplicação- A mesma experiência que aquela mulher passou em sua vida experimentamos nós hoje. Quando nascemos somos até que felizes até chegarmos à adolescência. Porém, nesta fase da vida, sentimos 1 enorme vazio em nosso peito. FALTA AGUMA COISA QUE PRENCHA NOSSAS MAIS PROFUNDAS NECESSIDADES. Algo que nos traga segurança e paz por toda a vida. E isto ocorre com todos os seres humanos. Não importa que more em Tóquio, na Patagônia, na Sibéria ou em Nova Yorque, seja um índio ianomami ou um Lorde inglês.
Este desejo por algo melhor Jesus disse de onde provém -JOÃO 16.8.
O Espírito Santo convenceria a todos que somos pecadores. E isto Ele o faz não só com os membros de igreja mas com todos os seres humanos.
Muitos não admitem que foram tocados por Ele, porém sua vida demonstra isto.
* As hienas não riem. À noite, elas costumam soltar seu uivo esquisito, que parece uma gargalhada. Quanta gente não vive de alegria falsa.
E QUE ALGO MELHOR É ESSE? Disse Leon Tolstói: “EXISTE NO PROFUNDO DO CORAÇÃO HUMANO 1 VAZIO EM FORMA DE DEUS, MAS QUE SÓ PODE SER PREENCHIDO PELA PRESENÇA DELE”.
* Tal vazio e infelicidade que sentimos é causado pela falta de deus em nossa vida sendo para nós o nosso melhor amigo.
Porém as pessoas não querem admitir que precisam dele. E por isto buscam sua satisfação em outras coisas.
– Aquele que procura enriquecer-se ou tornar-se famoso está buscando a Deus, sem que o saiba.
– O pobre caído na sarjeta está procurando a Deus.
– Os parques de diversão e as cidades balneárias estão repletos de pessoas de pessoas que buscam a Deus.
– O jovem que se drogou está buscando desesperadamente a Deus porém não quer admiti-lo.
E por incrível que pareça: MILHÕES ESTÃO BUCANDO A DEUS POR MEIO DE SUA RELIGIÃO MAS SEM ENCONTRÁ-LO. Há milhares de igrejas em todo o mundo, cheias em seus cultos de pessoas frustradas com sua religião, semelhantes àquela jovem samaritana. Mas ser religioso não é seguir a Deus?
Nunca foi! DA MESMA FORMA COMO OS PRAZERS DESTE MUNDO, DEPOIS DE DESFRUTADOS SÓ DEIXAM DESILUSÃO, A RELIGIÃO TAMBÉM. O VAZIO QUE TEMOS EM NOSSO CORAÇÃO NÃO SERÁ PREENCHIDOS PELOS DOGMAS, LEIS OU CREDOS DE 1 IGREJA. NEM MESMO POR PROSSIÇÕES, PAGAMENTO DE CURAS OU MILAGRES. SÓ 1 VIDA DE INTEIRA RELAÇÃO COM DEUS É QUE NOS TRARÁ 1 NOVO AMANHECER NO VIVER.
* Um camelo consegue beber 120 litros de água em 10 minutos. Ele retém água para 8 dias. Pode andar de 200 a 270 km por dia. Mas as girafas e os ratos podem viver sem água por mais tempo ainda que o camelo. Nós conseguimos passar muitos anos sem Cristo, a água da vida, mas que tipo, que qualidade de vida nós teremos?
* Aquela mulher foi arrastando sua vida mas havia alguém que a conhecia. Sabia de seu problema , sem nunca antes tê-la visto, e veio para ajudá-la.
– Jesus saiu bem cedinho de Jerusalém e foi em direção `a Galiléia. Este trajeto levava o dia todo, porém ele passou por Samaria, percorrendo 40 Km até o meio dia. Chegando ali, sentou-se à beira do poço e mandou os discípulos buscarem comida na cidade. Isto era meio dia.
AQUI APRENDEMOS AS 3 MAIORES LIÇÕES DO EVANGELHO
1- NOSSA SALVAÇÃO DEPENDE NÃO DE BUSCARMOS A DEUS MAS DE SERMOS BUSCADOS POR ELE. NÓS NÃO PROCURAMOS 1 DEUS QUE ESTÁ PERDIDO, OU QUE PODERIA ESTAR SE ESCONDENDO DE NÓS! ELE ESTÁ SEMPRE À NOSSA PROCURA. BASTA PERMITIRMOS QUE NOS ENCONTRE.
– Deus correu atrás de Adão no jardim, de Jonas quando fugia para Társis, de Elias quando fugiu de Jezabel, de Saulo que fugia das convicções do Espírito Santo.
ELE VEIO ATRÁS DAQUELA MULHER PECADORA. Sabia onde morava, onde encontrá-la e o horário para tal encontro!
Deus está atrás de você hoje. Quer te dar felicidade.
2- TEMOS 1 VALOR INCRÍVEL PARA DEUS. VALEMOS MAIS DO QUE A OPINIÃO DOS OUTROS OU SEU CONFORTO PESSOAL.
– Cristo saiu de Jerusalém às 6 e chegou ao meio-dia. Porque? Aquela mulher era renegada pelas outras mulheres. Iam ao poço cedo por causa do sol. Ela ia às 12 por que ninguém ia para incomodá-la neste horário. Jesus sabia disto.
Mas 1 judeu nunca o faria pois era quente demais. O sol do meio-dia naquela região é terrível. Queima a pele. Mas Ele foi para salvá-la.
– Em caminho à Galiléia, nenhum judeu passava por Samaria, mesmo este sendo o caminho mais curto. Era proibido. Achavam que qualquer contato, mesmo que ocasional, os contaminavam cerimonialmente. Jesus porém quebrou o preconceito e arriscou sua fama e popularidade para salvá-la.
– Seu alvo era uma mulher! Um judeu nunca poderia conversar com 1 mulher que não fosse a sua nem mesmo dentro de casa, quando não houvesse alguém por perto. Ainda mais na rua. Jesus quebrou esta lei para salvá-la.
3- SEUS PROBLEMAS PODEM REPELIR OUTRAS PESSOAS MAS NUNCA JESUS.
* Certa vez comecei a dar estudos bíblicos para um casal bem jovem da igreja. Os 2 eram separados dos ex- cônjuges e agora viviam juntos. Mas queriam estudar a Bíblia. Alguém chegou para mim e disse: “Não perca o seu tempo com eles. Eles não merecem tanta dedicação. São gente enrolada”.
– As pessoas da cidade não a desejavam, pois era pecadora.
Os discípulos jamais pregariam à ela pois além de ser 1 mulher, era samaritana e ainda pecadora. Mas Jesus foi à ela.
– Ele a ficou esperando. Ela apareceu, pegou sua água e nem notou a Jesus. Ele Então a chamou- “Quero água”.
Virando-se ela e olhando-o, disse: “Além de homem, judeu. Como podes me pedir água?”.
Jesus não estava interessado em discussões sobre leis de preconceitos. Queria era resolver seu problema!
“Eu tenho a solução para sua infelicidade”. – Jesus.
“Como se não pode nem resolver seu problema de sede”- respondeu-lhe ela.
– Jesus então usou o exemplo de tirar a água todos o dias da fonte para ilustrar sua vida: “VOCÊ SENTE SEDE TODOS OS DIAS POR ISTO VEM BUSCAR ÀGUA AQUI. PORÉM NUNCA SE SACIA POIS TEM SEMPRE DE VIR BUSCÁ-LA. ELA JAMAIS TE COMPLETA. ASSIM VOCÊ BUSCOU NA RELIGIÃO E NOS PRAZERES DO MUNDO A FELICIDADE MAS NÃO ENCONTROU. E SEMPRE VOLTA A BUSCAR POR QUE ELES NUNCA TE SATISFAZEM. O QUE VOCÊ PRECISA É TOMAR DA ÀGUA DA VIDA QUE SÓ EU POSSO TE DAR.”
– “Eu quero já”- disse ela.
– Porém ela ainda não confiava em Jesus. Havia acabado de conhecê-lo. Precisava de 1 amostra de que ele era confiável e de que podia ajudá-la.
– “Vá e busque seu marido”.
– “Não tenho.”
– “Realmente, pois tiveste 5 e o de agora não é seu”. JESUS MOSTROU PARA ELA QUE ELE ERA DIVINO. CONHECIA TODA SUA VIDA. E mesmo assim, a aceitava como era.
– Tentou disfarçar falando sobre o Messias. E disse: “Eu espero o Messias, e sei que quando ele vier resolverá todos os nossos problemas!”
– “Sou eu, o que falo contigo. E se você quiser ser feliz, precisa me aceitar tanto como seu Salvador como seu Amigo.”
Neste momento ela quase pulou dentro do poço de alegria. Começou a pensar rápido em tudo o que havia acontecido. Percebeu o que Jesus fizera por ela. Viu seu amor por ter passado em Samaria, ter vindo ao MEIO DIA, ter falado com ela- 1 mulher, samaritana e ainda pecadora- e sentiu que realmente Ele só poderia ser DEUS aqui na Terra. Levantou-se e foi voando para a cidade.
Ela aceitou Jesus como salvador e dalí em diante foi dele 1 fiel seguidora.
– VOCÊ É INFELIZ? Procurou religiões mil mas nada resolveu. Se afundou na bebida, cigarro, sexo, nos prazer e nada. Tenho 1 alegre notícia para você: DEUS ESTÁ AQUI HOJE, ESTÁ TE BUSCANDO, PARA SALVAR.
APESAR DE SEUS ERROS E FALHAS ELE TE AMA E TE QUER AJUDAR.
BASTA ACEITÁ-LO COMO SEU MELHOR AMIGO E ANDAR COM ELE. SERÁS FELIZ.
O QUE É ISTO? ANDAR COM ELE É : LER SUA PALAVRA, ORAR CADA DIA, E LEVÁ-LO ONDE QUER QUE VOCÊ VÁ.
Coca Cola- ela mata sua sede física. Mas mata sua sede espiritual?
* Coca cola- em maio de 1886, em Atlanta, EUA, o farmacêutico John S. Pemterton, de 50 anos, estava preocupado em acabar com as ânsias de vômitos de alguns de seus clientes. Entregou a receita de um preparado à Jacob Pharmacy, onde esse foi misturado com água carbonatada. Foi assim que nasceu a fórmula da amada Coca cola. A princípio, o concentrado era embalado em pequenos barris de madeira, de cor avermelhada- tornando-se a cor oficial do refrigerante. Até 1915 (ano da morte de EGW) possuía uma pequena quantidade de cocaína. Em 1983 foi inventada a fórmula Diet. Em 1985, mudaram sua fórmula oficial para mais doce e menos gasosa. A mudança só durou 3 meses. Hoje, 40 mil garrafas e latinhas de Coca Cola são vendidas no mundo por segundo! O Guia dos curiosos 130.
O Mcdonalds- sacia sua fome física, te atende bem, mas e a sua fome espiritual?
* Sinônimo de fast-food do mundo a rede foi fundada em abril de 1955, Illinois, EUA. Chegou ao Brasil em 1979 no Rio e 1980 em SP.
A rede vende 190 hambúrgeres por segundo/ uma nova loja é inaugurada a cada 10 horas
De 1955 a 1993 suas 14 mil lojas venderam 80 bilhões de sanduíches
Em 1993 só no Brasil venderam 16 milhões BigMacs/ 44 milhões de McFritas/ 12 milhões sundaes/ 5,5 milhões de tortas/ atendendo 121 milhões de clientes!
SÓ JESUS PODE SACIAR-TE POIS SÓ ELE (NÃO TEM) É A ÁGUA DA VIDA! PLENA.
* Quando aceitamos Jesus Ele deseja transformar-nos em fontes de águas vivas. O rio Amazonas é o maior do mundo em volume de água. Em menos de meio minuto de vazão, ele poderia saciar a sede de todos os habitantes do planeta. Ele despeja 175 milhões de litros de água por segundo no Atlântico. Esse número corresponde a 20% da vazão conjunta de todos os demais rios da Terra! Jesus é esta fonte preciosa capaz de saciar a todos os seres humanos. Mas Ele ainda pode fazer de nós verdadeiras correntes de suas bençãos a jorrar a todo mundo. O Guia dos curiosos 84.
UMA LOIRA EM APUROS – MARYLIN MONROE
* Em um Domingo de manhã, 5 de agosto de 1962, o mundo recebeu uma notícia que chocou a todos: Marylin Monroe foi encontrada morta em seu apartamento. As pessoas declinaram pasmadas diante de suas Tvs, jornais e rádios da época. Horas mais tarde o legista declararia que fora “suicídio”. Toda vez quando morre alguém importante todos ficam meio passados. Mas a razão de tal morte chocou ainda mais a opinião pública. Ora, Merylin não era tudo o que uma pessoa pode ser e pode querer desejar Ter na vida? O que lhe faltava?
Marylin Monroe era uma mulher muito bonita, famosa, rica, mas extremamente infeliz. A “deusa do amor”, a “fêmea mais bela da Terra”, teve uma infância muito difícil. O pai, pedreiro ambulante, abandonou a família, sua mãe vivia internada em hospitais para doentes mentais. Aos 8 anos ela foi violentada por um pensionista em seu lar adotivo, recebendo 1 moeda para não contar o que ocorrera (que preço).
Em meio à sua infelicidade juvenil ela achou que tornando-se atriz em Hollywood alcançaria tudo o que sempre desejou como ser humano. Usando seu corpo, sua sensualidade, logo chegou ao estrelato. Foi personagem principal de pelo menos 17 filmes, que lhe garantiram muitíssimo sucesso. Mas foi tudo em vão. Sentia-se extremamente infeliz. Começou a usar o sexo como fuga, sentindo maior vazio ainda.
Nas filmagens, era conhecida como “prima donna”, tal a antipatia que seus amigos de cena tinham por ela. Atrasava horas para as filmagens, e quando chegava, não conversava com ninguém. Mas ninguém imaginava que estivera vomitando antes de se dirigir ao set de filmagens. Ela tinha um medo horrível de câmeras. Assim passou a vida.
Agora, aos 35 anos de idade, olhou no espelho e viu que o único bem que ainda possuía e que fazia com que outros a olhassem como um ser humano, estava se esvaindo. A idade estava chegando e logo não seria mais tão bonita, nem desejada, e totalmente esquecida.
Naquele fatídico Sábado à noite, ela estava sozinha (nenhuma mulher bonita fica sozinha num Sábado à noite). Em profunda depressão, tentou ligar para alguém para conversar, mas ninguém atendia. Em desespero, tomou uma quantidade cavalar de pílulas, tirando assim sua vida.
apelo: ANDE COM JESUS. VOCÊ TERÁ UMA VIDA ABUNDANTE PELA FRENTE. AMÉM!
– Jesus é o Sol – Fernando Iglesias
FONTE – Fé que opera 1981 Morris Venden CPB

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Exame de Vista

Posted by xtialu em novembro 30, 2009

Belo sermão sobre cegueira espiritual, em pps e word. Pregado na IASD do Bela Vista , Cuiabá MT em 28 de novembro de 2009 

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Exame de Vista (pps)
Exame de Vista (doc)

Para fazer o dowload, clique na imagem ao lado.
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